Ventura foi apelidado pela imprensa internacional de “Trump português”. O Jornal francês Le Parisien chama a tenção para a ascensão da extrema direita “onde o populismo ainda não se consolidou”.

O mesmo jornal classifica ainda Ventura de “hábil e ambicioso provocador” que “quase alcançou o seu objetivo”, ou seja, vencer socialista Ana Gomes.

Já Marcelo é o “conservador moderado” que foi “facilmente reeleito”

Também o El País descreve que a estratégia de comunicação do Chega “lembra a do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ventura é despachado em explosões que mais tarde qualifica, descarta ou contradiz diretamente”.

O mesmo jornal destaca que os portugueses foram às urnas numa altura em que se registam os maiores números de casos de infeções diários e mortes devido à pandemia de covid-19 e descreve como decorreram as eleições com as novas regras sanitárias.

O jornal publica também um perfil de Marcelo Rebelo de Sousa, descrevendo o Presidente português como um “líder popular ‘low cost'” e um “homem que faz tudo”, que conhece as engrenagens do Estado por ter ajudado a construi-lo.