Carlos Cruz confessou: “Sobra um homem triste…”. Em entrevista com Goucha na TVI, o antigo apresentador falou do que lhe vai na alma.

Confessou ser hoje um homem “triste, atraiçoado e marginalizado com o país (…) Sobrou o homem que já era. Não alterei de maneira nenhuma a minha personalidade, os meus valores. Graças à influência do meu pai deu para absorver a partir dele os valores que tenho”, disse Carlos Cruz.

“O homem é o mesmo, com os valores que sempre tive: verdade, justiça, e não traição… Depois há o cidadão. É um ser que é formado pela sociedade”, revelou o antigo comunicador.

E continuou: “Nós como cidadãos, tal como o poder, somos aquilo que fazem de nós e essa imagem não é totalmente verdade. O que me sobra como cidadão é uma pessoa triste, desiludida com o país, atraiçoado pelo país, marginalizado de alguma forma pelo país, tudo fruto de um processo inventado, criado e inventado de forma a me destruir”, firma.

No que toca ao processo Casa Pia, Carlos Cruz não hesita: “Eu sei que sou inocente, as pessoas que me acusaram sabem que estou inocente e as pessoas que me julgaram sabem que estou inocente”.