Perdoar não é esquecer, é apenas libertares-te de pesos que adoecem. Perdoa, melhora a tua saúde e sê mais feliz! A palavra perdão vem do Latim perdonare, de per, “total, completo”, mais donare, “dar, doar”. O acto de perdoar não é somente um presente para quem está a pedir perdão, mas é um presente para quem está perdoando também.

“O perdão cai como chuva suave do céu na terra. É duas vezes abençoado; abençoa quem o dá e quem o recebe.” (William Shakespeare).

O perdão influencia na tua saúde, nos teus relacionamentos, na tua produtividade e pode curar dores emocionais, cicatrizes provocadas pela raiva, ressentimento, rancor, ódio, culpa e mágoas que ficam quando nos sentimos traídos, abandonados, lesados, machucados, invadidos, ofendidos.

O perdão melhora o humor; aumenta a imunidade; intensifica o foco e a atenção, ampliando a capacidade de aprendizagem; melhora as relações de forma geral; aumenta a auto-estima e a auto-confiança; abre a nossa mente favorecendo a criatividade e tomada de decisão; reduz as doenças que vem do stress como ansiedade, depressão, síndrome do pânico, gastrite, fibromialgia, problemas cardíacos; aumenta a resiliência; melhora muito a qualidade do sono; aumenta significativamente nosso nível de satisfação com a vida; baixa tensão arterial; favorece o auto-perdão.

Perdoar racionalmente não é perdão. Neste caso, apenas nos enganamos! Silenciosa e inconscientemente continuamos a carregar mágoa, ressentimento e começam as gastrites, as úlceras, a hipertensão, a dificuldade de perder peso, a fibromialgia, as flutuações de humor, os problemas com o sono.

E como saber se realmente perdoei? Se perdoei com inteligência emocional?
Quando a gente lembra da situação que perdoou e ainda dói, foi perdão racional. Se não dói, foi perdão verdadeiro, libertador.

Como diz Nick Vujicic: “Quand adotas uma atitude de perdão, colocas em ação todo tipo de energia positiva.”

Tudo isso já foi comprovado cientificamente, então, vamos arregaçar as mangas e, além de reflectir, vamos nos empenhar para colocar o perdão em prática e ter uma vida muito mais saudável!

Créditos: Isabel Rios Piñeiro