Em lágrimas, Marco Paulo falou da operação ao cancro da mama. Ele encontra-se atualmente a fazer tratamentos de quimioterapia.

«Ele foi operado em dezembro para retirar o tumor», contou ao site da VIP fonte próxima do cantor, revelando ainda que o artista, de 75 anos, está «com esperança na recuperação».

Segundo o site da VIP sabe também, um dos grandes apoios de Marco Paulo tem sido o afilhado, Marco António, de 22 anos. «Quando ele foi operado, foi visitá-lo ao hospital e também já o acompanhou nas sessões de quimioterapia», contou ainda a mesma fonte, revelando que apenas alguns familiares e amigos mais próximos sabiam do estado de saúde do cantor.

«As primeiras vezes que o Marco foi ao hospital, foi de ambulância e ia todo tapado para não ser reconhecido», revela ainda a mesma fonte. 

O cantor revelou que foi operado no dia do seu 75º aniversário, no dia 21 de janeiro.

“Fui operado no dia dos meus anos. Foram três horas de operação em que me foi tirado o peito direito. Foram logo rapidamente resolver a situação e agora estou a recuperar e a tentar que Deus me ajude e que os portugueses estejam ao meu lado”, afirmou.

“É mais uma luta que tenho de travar, uma luta que muita gente trava. E eu não sou diferente de ninguém…”, diz, emocionado.

“Sentia o tumor, sentia o caroço, mas não ligava muito. Pensava que era uma coisa passageira, que não ia acontecer nada.”

“Fui a uma médica para tratar de um problema simples – tirar um sinal que tinha no nariz – e a doutora que me consultou perguntou se eu tinha mais algum problema. Um familiar e uma amiga que estavam comigo disseram-lhe para ver o meu peito. Ela veio apalpar-me o peito e notou que havia qualquer coisa que não estava bem. Tinha de ir fazer imediatamente exames.”

O cantor rvelou que foi operado no dia do seu 75º aniversário, no dia 21 de janeiro.

“As pessoas sabem o quanto as amo, o quanto gosto delas. Pediram-me tanto para não chorar hoje, mas eu não sou de pedra, não sou de ferro. Sou humano. Só eu é que sei o que estou a atravessar neste momento. Quero que me dêem força e que não me deixem ir abaixo.”

“Ninguém gosta de estar doente, de ter uma doença grave, e eu vou tentar ultrapassar. Sei que tenho o apoio de Portugal. As minhas lágrimas não são de coitadinho. Custa-me muito.”