O tribunal decidiu a favor da filha que se recusa ou a cuidar do pai que a agrediu e abandonou. Tudo aconteceu no Brasil quando duas irmãs do homem eram encarregadas de cuidar dele.

Uma delas colocou um processo para de desvincular dessa responsabilidade e indicou que a sua irmã permanecesse como sua cuidadora, ou que incluísse a filha, a qual se recusou.

De acordo com o G1, ela apresentou um relatório psicológico, que mostra todos os traumas e sofrimentos aos quais foi exposta por conta do comportamento ausente e violento do pai e outro social que comprovou a relação de pai e filha inexistente entre eles.

O tribunal decidiu a favor da filha, fundamentando “Assim, ainda que seja filha, tal como não se pode obrigar o pai a ser pai, não se pode obrigar o pai a dar carinho, amor e proteção aos filhos, quando estes são menores, não se pode, com a velhice daqueles que não foram pais, obrigar os filhos, agora adultos, a darem aos agora incapacitados amor, carinho e proteção, quando muito, em uma ou em outra situação, o que se pode é obrigar a pagar pensão alimentícia.”