Um estudo aponta que ficar solteiro pode reduzir o tempo de vida e a ausência de uma vida social, de verdade, pode ser muito prejudicial para a saúde física e psíquica.

Pesquisadores da Universidade Brigham Young, em Utah, estudaram de que forma a solidão pode afetar a expectativa de vida.

Os resultados são comparados ao excesso de peso, ou seja, é tão prejudicial quanto a obesidade.

Um estudo com cerca de 3 milhões de participantes mostrou que, em média, a solidão, o isolamento e viver só podem aumentar o risco de morte prematura em cerca de 30%. Tudo piora quando o isolamento não é uma escolha própria.

Acontece que a solidão pode elevar os níveis de cortisol, a hormona do stress e isso significa maiores chances  de derrame e ataque cardíaco para além de que o efeito da solidão na longevidade mostrou ser quase tão forte quanto o de viver na extrema pobreza.

A consequência é ainda pior em pessoas com menos de 65 anos, isso independentemente do sexo ou da localização geográfica. A cada dia, mais e mais pessoas passam a morar sozinhas e se isolam dos amigos e parentes e quando não é um escolha pessoal, é porque são socialmente excluídas.

Se, por um lado, a falta de socialização é mau, por outro, procurar novas amizades potencializa a alegria e as hormonas do bem.