“És imortal, Cristiano! Não deves nada a Portugal…”

    “És imortal, Cristiano! Não deves nada a Portugal…”, disse Moita Flores em mais uma carta escrita ao jogador da seleção portuguesa que saiu para os balneários em lágrimas.

    O escritor não se mostrou indiferente à tristeza do jogador português: “Não chores. Sei que são lágrimas de um vencedor que não quer ser vencido. Não chores. Estás no pedestal maior do futebol mundial. Como pode chorar quem conquistou lugar tão elevado na História do desporto?“, começou por afirmar.

    E continuou afirmando que o craque não deve nada a Portugal: “És imortal, Cristiano! Não deves nada a Portugal e nós devemos-te o favor de te emprestares às cores deste País, carregado de títulos espanhóis, ingleses, italianos que enobreceram os países e as equipas onde tornaste a estrela cintilante que brilha no topo da tua carreira. Como pode chorar alguém que conhece a glória como poucos?”, acrescenta.

    “Percebo que tenhas dores profundas. Durante estes dias, muitos dos teus compatriotas difamaram-te, insultaram-te, magoaram-te quando, pela última vez, te emprestavas à camisola das quinas. Este é o país que temos, exatamente igual àquele que deixaste há mais de vinte anos. O País onde a excelência é um despeito, a glória um vexame, atingir os pontos mais altos do céu, uma amargura”, continua Moita Flores.

    “Somos isto. Pequeninos, pobretes mas alegretes, vencidos sem lágrimas nos olhos, submissos ao poder da treta e do entretenimento. Não chores. Os imortais não choram. Daqui por umas décadas, ninguém saberá o nome de quem quis ‘amerdalhar’ o teu mérito. Mas os vindouros saberão o teu nome, como sabem o de Pelé, de Eusébio, de Maradona. Estás nessa galeria de heróis, onde muitos são chamados e poucos são os escolhidos”, atirou ainda Francisco Moita Flores.

    Moita flores fez ainda um apelo ao jogador de futebol: “Não chores, Capitão! Não tenho dúvidas que a equipa de rapazes valorosos com que te despediste deste Mundial tem orgulho em ti. Que para muitos, daqui por uns anos, um dos seus maiores confortos é dizer: ‘Eu joguei com Cristiano’! Não chores, meu Capitão! Conseguiste que este pobre coitado que nada percebe de futebol, ficasse encantado nas muitas vezes que te vi jogar, e me babei de gozo, com os teus golos e postura de campeão, confessou ainda o escritor.

    “Choro lágrimas de respeito, de gratidão, de saudade por tudo quanto nos deste. As lágrimas são minhas e de quem celebra a excelência. E tu fizeste Portugal muito maior até ser do tamanho do mundo inteiro. Hoje, dizer Portugal em qualquer canto da Terra, tem como resposta Cristiano Ronaldo! Habitas no Olimpo dos deuses. Não chores, meu Capitão!”, frisou.

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