Ângela pode finalmente ter um filho do falecido marido. Oito meses a barbeira de Gondomar, de 33 anos, está mais perto de ser mãe.

A Assembleia da República discute agora a alteração à lei da procriação medicamente assistida, para que a jovem possa avançar para a inseminação artificial com esperma de cônjuge falecido. 

Tudo começou a partir da petição lançada por Ângela Ferreira em fevereiro deste ano, quase um ano depois de o marido, Hugo, ter morrido vítima de cancro, não sem antes desejar um filho em comum.

Assim, congelou esperma e deixou escrito que consentia que a mulher engravidasse mesmo depois de falecer.