André Ventura formaliza recandidatura a líder do Chega para “governar Portugal”. A renúncia do presidente do Chega foi entregue ao Congresso Nacional do partido na quarta-feira. Foi reeleito por eleição direta.

Paralelamente, era escalado para liderar no dia 6 de março e apresentava um desfile com o objetivo de “governar Portugal”. Após a eleição presidencial de 24 de janeiro, André Ventura renunciou pela segunda vez, conquistou o terceiro voto mais popular na eleição, mas não conseguiu vencer a ex-deputada do PS Ana Gomes (Ana Gomes) e obrigou Marcelo Rebelo de Sousa a uma segunda volta..

De acordo com a moção estratégica da visita de Lussa, o único representante do partido parlamentar de extrema direita argumentou que “a III Convenção [Nacional] terá de ser o passo definitivo“” alcançar a existência de instituições administrativas do país. A fonte oficial das forças políticas populistas disse à Lusa que o próximo (III) encontro principal dos militantes do Chega: “ainda não tem local determinado para se realizar, mas aponta-se o final de maio como data mais provável”.

“O objetivo do partido deverá ser agora, sem dúvidas ou tibiezas, o Governo de Portugal. As mudanças que temos de efetuar, o combate feroz à corrupção, a reforma da justiça, a dignificação dos polícias, médicas, enfermeiros, professores e de todos os que estão na linha da frente contra esta pandemia, a reforma do sistema fiscal e a reforma global do sistema político, só o conseguiremos efetivamente se os portugueses nos derem um voto de confiança para governar Portugal”, lê-se no texto de Ventura.

“Candidato-me novamente (…) para garantir não só que o partido conseguirá implantar-se em todo o território nacional nas próximas eleições autárquicas, com autarcas competentes e próximos das populações, como estará apto para fornecer ao país uma solução de Governo que será sempre, com a nossa participação, um governo antissistema”, disse.

Para Ventura, “o Chega está numa enorme encruzilhada histórica – cresceu como nunca nenhum outro partido o fez na história de Portugal e, por isso mesmo, está debaixo de tremenda ameaça institucional que poderá colocar em causa, efetivamente, a sua sobrevivência”.