Marcelo Rebelo de Sousa afirma que “acabar com a corrupção é uma prioridade” e que as investigações para avaliar se existe corrupção “não podem parar”. 

Desde o inicio do seu mandato que para o Presidente o combate à corrupção “é uma grande prioridade”, citando a agência Lusa.

“O combate à corrupção é uma grande prioridade para Portugal e para mim desde o início do meu mandato”, disse Marcelo à imprensa após reuniões com altos responsáveis do Conselho da Europa, na cidade francesa de Estrasburgo.

Relembre-se que, por exemplo, a riqueza e património dos políticos está escondida em novas regras, avança o Correio da Manhã.

Tudo se veio a saber depois da polémica com a aprovação do descongelamento de carreiras dos professores que originou que António Costa anunciasse uma possível demissão do Governo.

O Correio da Manhã afirma que há uma nova lei que esconde a riqueza dos políticos. Esta terá sido aprovada pela comissão para o reforço da transparência. Os deputados aprovaram uma lei que vai dificultar a verificação dos rendimentos e património de quem exerce cargos políticos e altos cargos públicos.

A lei ainda tem de ser submetida a uma votação final, em plenário, mas uma aprovação pode, segundo João Paulo Batalha, presidente da Associação
Transparência e Integridade, ditar “um retrocesso. É a opacidade total. É uma lei para reduzir a transparência, a capacidade de escrutínio e branquear as más condutas.”

Para ele: “É essencial que seja normal que quem exerça cargos públicos não saia deles mais rico do que entrou, nem saia para lugares que se prestem a ser pagamento de favores anteriores, nem se rodeie de parentes e próximos. Nem permitam a correligionários e amigos condutas em funções que deveriam ser inspiradoras”.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que “tem crescido o escrutínio, o controlo público da corrupção” e que “múltiplas instituições a têm eleito como prioridade das suas funções”, o Conselho de Prevenção da Corrupção, o Tribunal de Contas, o Ministério Público, a Autoridade Tributária.